ESTAR É SUBLIME!!
Estar é estar sem mais nada.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas estar também.
Mas melhor que estar, é estar com complicidade, e pedir que te puxem os cabelos e subir ao céu e cair em queda livre com sintonia, é apesar de ser só estar é sentir, é proferir palavras obscenas, e atingir ritmos estonteantes, e levar a emoção ao limite.
Estar e bom, mas melhor é a certeza de não estar por estar, mas estar porque te encantas te por um sorriso, por um gesto, porque te provoca arrepios, ou porque te aquece o espírito só de pensar.
Estar por estar e porque sim, porque a vida e monótona e relaxa, porque amas de muitas formas, porque tinha de ser, ou porque acabamos por estar seja hoje ou amanhã.
Estar sem querer ouvir mais nada, sem esperar estar no futuro.
Só estar na hora , ou durante uns tempo.
Há pessoas com quem vais acabar por estar e inevitável.
Estar é estar sem mais nada.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas estar também.
Mas melhor que estar, é estar com complicidade, e pedir que te puxem os cabelos e subir ao céu e cair em queda livre com sintonia, é apesar de ser só estar é sentir, é proferir palavras obscenas, e atingir ritmos estonteantes, e levar a emoção ao limite.
Estar e bom, mas melhor é a certeza de não estar por estar, mas estar porque te encantas te por um sorriso, por um gesto, porque te provoca arrepios, ou porque te aquece o espírito só de pensar.
Estar por estar e porque sim, porque a vida e monótona e relaxa, porque amas de muitas formas, porque tinha de ser, ou porque acabamos por estar seja hoje ou amanhã.
Estar sem querer ouvir mais nada, sem esperar estar no futuro.
Só estar na hora , ou durante uns tempo.
Há pessoas com quem vais acabar por estar e inevitável.
| POESIAS - O SUBLIME... | | | |
Com dedos ágeis, velozes, sensuais...
Dedilhava o instrumento angelical.
E no afago sensível das suas maviosas cordas, fluia o principiar de uma sinfonia celestial. Jungidos: músico e instrumento - elo indestrutível ao executar sonata milenar, jamais escrita.
Seria o lírico? O profano? O Sagrado? - não se sabe.
Sabe, sim que, nos primeiros movimentos: lentos, compassados...
Os corpos crepitam e os espíritos megulham no limiar do incomensurável.
Depois, numa exaltação fálica, pagã, quase profana,
a lentidão cede lugar a movimentos desenfreados, arrítimicos: delírio incontrolável...
Atingem-se, então, o extremo da perfeição, numa obediência cega a imutável ritual.
Transpôem-se os limites da racionalidade:
Corpos dançam, flutuam diáfanos, enquanto a música segue ao longe - trilha sonora dos arcanjos da eternidade.
Aspiram profundamente: sorri a natureza; perpetua-se a humanidade |
Escrito por Marciano Borges de melo



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